PS PAÇOS DE FERREIRA

PSD de Paços de Ferreira incapaz de reagir à maior crise dos últimos 80 anos

VEREADORES DO PS VOTAM CONTRA ORÇAMENTO DA MAIORIA PSD

2012 será para Portugal e de modo particular para os cidadãos de Paços de Ferreira um ano de grandes sacríficos e de profundas incertezas. Face a uma crise sem memória era esperado que a maioria PSD, que governa o município de Paços de Ferreira há quase 40 anos, fosse capaz de encontrar soluções inovadoras, estratégicas, úteis, para resolver os graves problemas que se abateram sobre esta comunidade, designadamente sendo o concelho do país que registou o maior número de insolvências e que a taxa de desemprego foi a maior de toda a região norte. Mas aquilo que o PSD tem para propor aos pacenses  é apenas mais do mesmo.

O orçamento apresentado pela maioria PSD na última reunião de Câmara, tendo em conta a grave situação por que todos passaremos em 2012, não apresenta um rumo, uma estratégia, ideias ou propósitos claros para o concelho. É um documento redigido de tal forma básica e desleixada que representa, pela pior forma, uma maioria esgotada, cansada dos 40 anos que leva de poder e que já nada mais tem para dar a Paços de Ferreira e aos seus cidadãos a não ser o pagamento exponencialpassivo municipal (incluindo empresas municipais) que rondará os 150 milhões de euros.  

O QUE DISTINGUE O PS DO PSD DE PAÇOS DE FERREIRA NO ORÇAMENTO 2012

AUSTERIDADE

No PS entendemos que o concelho de Paços de Ferreira necessita de uma Câmara Municipal eficaz, centrada em dar resposta aos problemas reais das pessoas, famílias e empresas, e que sirva exclusivamente o interesse público. Temos de fazer mais com menos, eliminando o supérfluo, actuando com responsabilidade, conseguindo uma administração eficiente, utilizando com rigor os escassos recursos pertença de todos. Os grandes projectos colectivos deste concelho só serão possíveis de ser levados a cabo com uma Câmara Municipal rigorosa com a utilização do dinheiro público.

PSD de Paços de Ferreira tem um problema grave de credibilidade.

Não paga a fornecedores, a dívida de curto prazo, ultrapassa 30 milhões de euros, demorando a Câmara mais de um ano a liquidar as suas contas. Será normal os eleitos pelo PSD nesta Câmara evitarem os fornecedores? O PSD não sabe, não quer e não tem coragem de exercer uma gestão rigorosa e eficiente do dinheiro público. O PSD de Paços de Ferreira é campeão na contracção de dívidas. 

TRANSPARÊNCIA

No PS entendemos que as actividades desenvolvidas pela Câmara Municipal devem ser transparentes. Como compromisso geral, os actos, as informações, os procedimentos administrativos devem estar a disposição dos cidadãos. A Câmara Municipal deve estar comprometida em prestar contas de maneira permanente a todos os cidadãos.

O PSD tem um problema com a transparência. O PSD não gosta da transparência. Quem não deve não teme. Porque esconde o PSD de Paços de Ferreira aos vereadores do PS documentos múltiplas vezes solicitados em reunião de Câmara? Porque não publica o PSD as contas municipais no site oficial da Câmara Municipal como é sua obrigação legal?

OPORTUNIDADES

No PS queremos que Paços de Ferreira seja um concelho que gere oportunidades. Teremos um concelho melhor se garantirmos qualidade na educação e convertermos o mérito no principal critério do êxito e promoção social. O nosso concelho será mais equilibrado e, como tal, capaz de criar, mais e melhores empregos para todos.

Grande parte das oportunidades geradas pelo PSD em Paços de Ferreira tem destinatários certos, os do costume.

CONFIANÇA

No PS confiamos na capacidade do nosso concelho e das suas gentes em darem a volta a este momento difícil em que todos vivemos. A confiança constitui, em si mesma, um elemento de mudança, de combate, de não resignação ao que é adverso. A confiança é necessária porque estamos certos que, com o Partido Socialista e os seus eleitos, em Paços de Ferreira as coisas vão MUDAR.

O PSD, desorientado, não apresenta caminhos para o futuro. O PSD de Paços de Ferreira faz parte do problema e não da solução. A sua estratégia mostrou-se errada e produziu apenas um endividamento municipal de que não há memória, sem qualquer resultados na melhoria das condições de vida dos pacenses, cujo concelho tem uma das mais elevadas taxas de desemprego da região norte e um dos mais baixos poder de compra do país. A queda da actual maioria PSD da governação deste município é já, claramente, uma questão de tempo.

DIÁLOGO

No PS a creditamos no diálogo e exercitáremo-lo para chegar a melhores soluções para todos. Os consensos políticos serão necessários para encontrar pontos de convergência em questões fundamentais da vida política e que ultrapassam o mandato.

O PSD pratica a cultura do quero, posso e mando. O PSD não ouve o único partido da oposição com representação na Câmara Municipal que, de acordo com as últimas eleições autárquicas, representa 42% do eleitorado.As sucessivas propostas apresentadas pelos vereadores do PS e a disponibilidade demonstrada para ajudar na resolução dos problemas estruturais e conjunturais do nosso concelho não mereceram qualquer receptividade por parte da maioria no executivo municipal, razão pela qual todas as propostas apresentadas foram chumbadas pelo PSD.

SOLIDARIEDADE

No PS lutamos por uma sociedade solidária, que não abandone à sua sorte os que por razões endémicas ou sistémicas precisam da ajuda pública. Uma sociedade agradecida aos mais velhos e responsável com as gerações futuras.

O PSD demonstra total desconhecimento do que significa uma verdadeira política social, confundindo assistencialismo sócio caritativo com acção social. Para além da tendência de querer mostrar a mão na miséria dos outros, o PSD de Paços de Ferreira é incapaz de confiar nas nossas instituições particulares de solidariedade social, as quais deviam gerir o programa Capital Solidária conforme foi proposto pelos vereadores do PS na Câmara Municipal, despolitizando de uma vez por todas a política social concelhia, que devia estar ao serviço dos mais carenciados e não dos interesses partidários de quem governa.

COESÃO SOCIAL

No PS queremos um concelho coeso, em que a diversidade seja um valor ao serviço de todos e não uma forma de segregação social. É importante garantir igualdade no acesso aos bens públicos essenciais, de modo particular à saúde e educação públicas.

Cada um que se “desenrasque” é este o princípio que o PSD de Paços Ferreira pratica. O maior exemplo da falta de Coesão Social neste concelho é o tarifário da água. Os cidadãos de Paços de Ferreira pagam a água mais cara de Portugal. Porquê?

 

Os vereadores do PS,

Humberto Brito

Paulo Sérgio

Filomena silva