
CÂMARA PSD GASTA MAIS DINHEIRO EM PROPAGANDA, ALMOÇOS E JANTARADAS QUE NOS PROGRAMAS DA CAPITAL SOLIDÁRIA E CHEQUE RENDA
Os eleitos do Partido Socialista de Paços de Ferreira continuam a chamar à atenção para a necessidade do município dar prioridade ao combate à pobreza que alastra no concelho.
Como dissemos no passado e reafirmamos hoje, perante um quadro de ameaças que se vive no concelho de Paços de Ferreira, num contexto de desemprego acentuado e nunca antes visto, de um baixo poder de compra, de um elevado custo de vida, urge tomar medidas no âmbito da política da acção social do município que beneficie famílias carenciadas e numerosas, idosos e pessoas dependentes, pessoas em situação de desemprego prolongado, crianças e jovens.
Infelizmente e mais uma vez, com as dotações financeiras que a maioria PSD decidiu atribuir para os programas Capital Solidária e Cheque Renda, percebe-se que a Câmara Municipal não tem Vocação Social. A Câmara Municipal PSD desde sempre pouco fez pela área social e quando participou foi a reboque das instituições particulares de solidariedade social que há muito estão no terreno e cujo o papel de intervenção junto da população mais necessitada foi sempre visto com grande desconfiança por parte da maioria PSD. Aliás, tanto assim é, que a maioria PSD se recusou a conferir a gestão destes programas – Capital Solidária e Cheque Renda – conforme proposta do PS, às instituições com vocação social, entre eles as Misericórdias e os centros sociais e paroquiais.
Este Câmara já demonstrou por atitudes no passado e continuará a fazê-lo no futuro que a política social PSD tem sempre de mostrar a mão laranja, como se os apoios sociais fossem dados pelo próprio PSD e não pelo contributo de todos os cidadãos deste concelho através dos seus impostos. Mais, para uma Câmara que tem sempre muito dinheiro para esbanjar em eventos de auto-promoção, verificamos que as verbas atribuídas a estes programas (220.000,00€) demonstram que a maioria PSD continua a esquecer-se de quem mais precisa, sendo tal dotação orçamental claramente insuficiente para acudir às necessidades existentes.
Câmara Municipal 






